Um pouco de um Eduardo.
terça-feira, julho 08, 2014
quarta-feira, junho 25, 2014
quarta-feira, março 26, 2014
Cor laranja alado
Cor laranja alado
Hoje fui pássaro
de um viver despercebido
não me consegui olhar no meu sitio
Perdi-me num laranja
que faz de mim um dia bonito
mas que até me encontra
numa pálida negritude
que a forma da vida hoje me fez
Percebi de sol a sol
Que de maior o seu tamanho
grandes são as minhas asas
que me fazem levantar voo
ao poiso de outras arvores
com outros ramos
laranjas mais vincados
e viveres assim onde serei sempre
feliz.
quarta-feira, dezembro 18, 2013
Um dia tinha que te dar um nome.
Tenho uma poesia dentro de mim que é toda cheia de tristeza, alegria, vontade, desalento, de uma sufocante monotonia e toda ela um buliço de tempo.Pensei em chamar-lhe Vida.
sexta-feira, agosto 23, 2013
Regresso dos aluados ao seu planeta azul
E se um dia a Terra ficar sem os sonhadores?
Os dias já não se distinguirem das noites, porque
simplesmente no Céu vive o Sol e o outro astro indiferente a todos menos aos
sonhadores que podem regressar na espiral de um imaginário a uma casa que se dá
pelo mesmo nome e que ali bem perto dizem ser habitada pelos
"aluados".
"Os habitantes da Lua" afirma-se na vizinhança sem
qualquer sombra de dúvida nem da face oculta deste lugar de gente.
E de tantas certezas não deixaram dúvidas aos
"aluados" de numa vontade e pensamento criarem um novo planeta azul
nesse lugar diferente e proscrito.
Aconteceu realmente. A Lua tornou-se o planeta azul porque
tantos como nós assim o quiseram na sua vontade de sonhar. Abriu-se um passeio
para a nossa imaginação e um caminho de descoberta para quem nos quiser
acompanhar e saber assim que todos somos sonhadores.
Eduardo Franco.
domingo, julho 21, 2013
sábado, junho 29, 2013
Dúvida devida
Enquanto de olhos abertos, olho e nada vejo
Apenas sinto
Um Céu, um Mar, uma Terra
Que vivem na dúvida se serão únicos ou vivem na solidão.
Apenas sinto
Um Céu, um Mar, uma Terra
Que vivem na dúvida se serão únicos ou vivem na solidão.
domingo, junho 02, 2013
Lembras-te do dia em que morri?
Lembras-te do dia em que morri?
Ficaste uma pessoa envolta em vergonha
Essa que não te assusta como esse medo
Que escondes de não me teres vencido
Em vida que julgavas
partilhar comigo
Pensas na tua condição igual
Sofres pelo sussurro que te faz viver como te conheces
De eu ser um dia o teu inferno e descubras em mim
Um ser maior que consiga infligir em ti
Algo mais insuportável que a imaginação de toda a maldade da
humanidade
Talvez essa seja a verdade e te consiga causar uma
eternidade de sofrimento
sem nome
Onde acreditas e sabes que afinal estou vivo e enquanto
existir o tempo
Caminha a minha imortalidade pelos teus caminhos que te
fazem voltar
num continuo atrás na tua existência.
Só que no dia em que morri, descobri a mesma vida.
Descobri que não tens que ter vergonha de seres humano
De o medo ser um chão imaginário que na verdade nunca
ninguém sentiu o seu piso
E se duvidares e tiveres que gritar por ajuda ou luta a esse
medo
Surpreende-te sempre quando te parecer algo se esconder com
a
maldade num mundo que não nos pertence.
Deixa-te ficar na nossa casa que é a natureza que te dá vida
Esse mundo justo que como o ser humano não é perfeito
nem pediu para ser chamado de inferno ou até paraíso
Só te pediu que com o tempo, um dia, sobretudo aquele em que
morri
Percebas que isto são palavras em fantasia e mais te diria
Se não fosse eternamente envolto em vida e esta não se
escreve assim
sexta-feira, maio 31, 2013
Sem sombras da dúvida - Memórias das minhas caminhadas.
4 da manhã no meu caminho de casa.Em cada passo e o seu seguido reflexo olhava de forma fixa para os meus pensamentos, quando calhou da sorte se antecipar à inteligência, e reparar que caminhava ao lado de uma passadeira, onde a minha sombra escolheu dar o exemplo e por ali passar e fazer o certo.Pela luz que me alumiava podia ver-me reduzido naquela sombra, e na comiseração de ser a sombra de uma sombra neste desafio de vida."Aquela que vive rente ao chão" lembrou-me que aquele é o meu tamanho e as vezes que sou infinito no seu prolongamento com a mesma razão.Para casa fomos e sempre chegamos, escolhendo sempre o mesmo caminho.
sexta-feira, maio 17, 2013
Na Quinta do meu quintal.
Sebentas e sendentas de vontade andam estas galinhas
De comer o trigo que nasce espigado no coração dos homens
São umas bicadas ceifeiras que causam inveja à morte
Que delas tudo tivessem menos de putas lhe livrasse a sorte!
E se toda a história de vida tivesse um ou uma verdadeira
moiral
Talvez de galinhas lhes tratasse de cabras ou suas vacas
Porque de tanto cabrão cego e boi embezerrado
Não te chega como ando eu e olha tu para o teu estado!
sábado, novembro 17, 2012
O mesmo caminho
Se um dia o tempo perder o meu nome
Acredito que será algo que nunca tive
Mas pode encontrar sempre em mim
Uma vontade incapaz de se amortalhar num corpo
Por sempre conseguir tocar o céu e o fundo do mar.
Acredito que será algo que nunca tive
Mas pode encontrar sempre em mim
Uma vontade incapaz de se amortalhar num corpo
Por sempre conseguir tocar o céu e o fundo do mar.
sábado, outubro 13, 2012
O caminho
Deixa-me ir ter contigo
Ao encontro no caminho da felicidade
Onde não quero contar os passos
Nem a distancia que afaste a verdade
Verdade essa em que trilhamos o tempo
Toda ela a nossa bagagem de esperança
Sem memórias feitas de trapos velhos
Sim,vestidos de vontade do que não cansa
Por este querer ir ter contigo
Razão sem orientação mas sentido
Tão certo e tão perto sentido da vida
Nos encontramos e para que temos vivido
Ao encontro no caminho da felicidade
Onde não quero contar os passos
Nem a distancia que afaste a verdade
Verdade essa em que trilhamos o tempo
Toda ela a nossa bagagem de esperança
Sem memórias feitas de trapos velhos
Sim,vestidos de vontade do que não cansa
Por este querer ir ter contigo
Razão sem orientação mas sentido
Tão certo e tão perto sentido da vida
Nos encontramos e para que temos vivido
segunda-feira, agosto 06, 2012
Os que chão aquele que eu sou
Cometi e espero cometer ainda muitos erros na vida.Ha gente que não gosta de mim.Mas eu não consigo deixar de ser assim, ser sempre igual a mim.
Sonho imenso e isso não é bom, porque a real felicidade é o chão que tenho debaixo dos meus pés, e do chão que é, sinto-me pecaminoso pelo pisar, por ele ser parte de mim e partilharmos o verbo “pisar”com a mesma humildade.
Com ele aprendi a caminhar, com os meses e depois vieram os anos, primeiro criança, depois homem, mas nunca deixei de querer ser o primeiro ,sim esse ser criança.
Não tenho memoria de ter sentido o primeiro toque do chão nos meus pés, mas até me recordo, porque, dá-me uma enorme vontade de rir e sorrir, do apoio que ele me dá de assumir uma posição de verticalidade.Esse ritual de vida que trouxe na bagagem do carácter, na viagem de criança para homem.
Só peço desculpa ao chão, pelos pares de sapatos, com que o magoo. Mas sei que ele compreende, que são os sapatos e as suas sapatadas, que me fazem ganhar o calo, e também sabe o quanto gosto de andar descalço, mas sabiamente assim tem de ser,
por sapatos e a sujidade que encontramos no nosso caminho, possa magoar mais do que os meus pés, a nossa relação.
E quando ele hoje, me fez companhia até casa, disse-lhe sorrindo, “És sempre um amigo, que me acompanhas aos lugares da vida e comigo ficas sempre até ao dia de amanhã”.Ao que ele me responde, “O que faço contigo, faço com outros, e o que hoje me dizes, sei que conto contigo para senti-lo em mim no dia de amanhã, durante esta nossa caminhada”.
Cheguei ainda sem um fim e retirei os pés do chão, mas não esqueci a nossa amizade.
Apenas tive de atender a necessidade de um e outro, e poder sonhar para conseguir ter realmente sempre a felicidade, dos pés bem assentes no chão.
segunda-feira, julho 18, 2011
Cheiro a Cigarro
Cheiro a Cigarro
Sentes esse cheiro a Cigarro
Esse e o meu nome que em ti fiz
Tanto o pensei que dele esqueci
E de cigarro es senhora do teu nariz
Cheiro a Cigarro
Quando te alcança um medo fumador
Bato a tua porta e trago de mim
Uma inalação de verdade e prazer
Que te impregna com ditos assim
Cheiro a Cigarro
Onde ele pensativo esfumaça dor
Em morte me leva a mentira e o suor
Da luta acesa do acreditar o amor
Cheiro a Cigarro…
Eu, Homem sempre terei o mesmo odor
Sentes esse cheiro a Cigarro
Esse e o meu nome que em ti fiz
Tanto o pensei que dele esqueci
E de cigarro es senhora do teu nariz
Cheiro a Cigarro
Quando te alcança um medo fumador
Bato a tua porta e trago de mim
Uma inalação de verdade e prazer
Que te impregna com ditos assim
Cheiro a Cigarro
Onde ele pensativo esfumaça dor
Em morte me leva a mentira e o suor
Da luta acesa do acreditar o amor
Cheiro a Cigarro…
Eu, Homem sempre terei o mesmo odor
terça-feira, junho 21, 2011
4 elementos e mais uma gente
E dificil ser chão
E quantos os são esse chão
São os que pisam aquilo que são
Em vez de terra por cabeças no ar
E pelo ar altivo e leve como o ar
A dificuldade que lhes é respirar
Por destino certo e dito popular
É gente que não lhes falta a agua
Essa que em todo o lado faz falta
Encontram outras formas de afogar
Pois de pisados e jogados ao ar
E com a lógica da agua têm para chorar
E quando nao é da agua de senso nascente
É o fogo que nasce do chão e é quente!
E que lhes consome aquele ar ardente
De quem queima os dedos e mete a mão
São uns tantos elementos ou aquela gente
Ai 4 elementos!Esta gente!
E quantos os são esse chão
São os que pisam aquilo que são
Em vez de terra por cabeças no ar
E pelo ar altivo e leve como o ar
A dificuldade que lhes é respirar
Por destino certo e dito popular
É gente que não lhes falta a agua
Essa que em todo o lado faz falta
Encontram outras formas de afogar
Pois de pisados e jogados ao ar
E com a lógica da agua têm para chorar
E quando nao é da agua de senso nascente
É o fogo que nasce do chão e é quente!
E que lhes consome aquele ar ardente
De quem queima os dedos e mete a mão
São uns tantos elementos ou aquela gente
Ai 4 elementos!Esta gente!
domingo, junho 19, 2011
Casa de folha e papel
Reparei que alguem chamava por mim
Do outro lado da folha de papel
As suas palavras em ponte do seu ser aqui chegavam
A este lado que olhava a distancia deste papel
Que uma qualquer ligação entre dois
Nascia e renascia com a semente do verbo
Convidava a vincar os meus passos de homem
Pelo trilho de palavras inocentes mas sábias de coração
Que não receasse daqui visto o fino manto de gelo branco
Um atravessar de margem a margem a folha de papel vazia
Onde terei de partir pelas palavras que me chegam á pessoa
Afogando e gelando em cada passo este vazio branco
Torna-se assim ela uma superficie de pureza de cor branca
Sao os caminhos marcados pelas palavras até nós
Até nós chegam as palavras que não se fazem notar
Pela nossa transparencia que nao é branca ou papel
Em que nao ha lado nem margem entre dois nem um
Encontramo-nos por nós neste lugar em comum.
Do outro lado da folha de papel
As suas palavras em ponte do seu ser aqui chegavam
A este lado que olhava a distancia deste papel
Que uma qualquer ligação entre dois
Nascia e renascia com a semente do verbo
Convidava a vincar os meus passos de homem
Pelo trilho de palavras inocentes mas sábias de coração
Que não receasse daqui visto o fino manto de gelo branco
Um atravessar de margem a margem a folha de papel vazia
Onde terei de partir pelas palavras que me chegam á pessoa
Afogando e gelando em cada passo este vazio branco
Torna-se assim ela uma superficie de pureza de cor branca
Sao os caminhos marcados pelas palavras até nós
Até nós chegam as palavras que não se fazem notar
Pela nossa transparencia que nao é branca ou papel
Em que nao ha lado nem margem entre dois nem um
Encontramo-nos por nós neste lugar em comum.
terça-feira, janeiro 04, 2011
Eu aquele poste de luz
Pasmo de felicidade e com profunda admiração
Aquele poste de luz que ele luz a minha janela
Esta noite e a outra e tantas mais crónicas iluminações
Em que nunca o ouvi queixar-se nem da dor do stress
E coitado que quando chega a esta hora de render a guarda
E ouve o bichanar cacarejado dos galos que dizem mal dele
Não bastasse este boato de homens bichos galináceos
Anunciar-lhe que o dia o ia despedir por injusta causa
Mas esta cumplicidade que nos prende a terra dita mundo
Por razoes e sortes diferentes de eu ter luz noite e dia
Não o faz abandonar o posto e deixar de ser poste de luz
Porque o que prende aqui sou eu é ele e nunca catrapuz!
Aquele poste de luz que ele luz a minha janela
Esta noite e a outra e tantas mais crónicas iluminações
Em que nunca o ouvi queixar-se nem da dor do stress
E coitado que quando chega a esta hora de render a guarda
E ouve o bichanar cacarejado dos galos que dizem mal dele
Não bastasse este boato de homens bichos galináceos
Anunciar-lhe que o dia o ia despedir por injusta causa
Mas esta cumplicidade que nos prende a terra dita mundo
Por razoes e sortes diferentes de eu ter luz noite e dia
Não o faz abandonar o posto e deixar de ser poste de luz
Porque o que prende aqui sou eu é ele e nunca catrapuz!
domingo, dezembro 19, 2010
Meia poesia a meio tempo
Na vida,quem assim o quiser,o tempo nunca ha-de correr contra eles.
Mesmo com as vicissitudes da mesma, o indiquem no sentido contrario.
Sera so na sua infima parte do momento,este que pelo seu nome em futuro,
nos diz que e importante nunca deixar de sonhar,virtude deste nosso tempo.
Mesmo com as vicissitudes da mesma, o indiquem no sentido contrario.
Sera so na sua infima parte do momento,este que pelo seu nome em futuro,
nos diz que e importante nunca deixar de sonhar,virtude deste nosso tempo.
terça-feira, dezembro 07, 2010
7
Sete e o dia
Sete são as condenações que me recordo so neste momento
Momentos em como este em que me condenei
Uma e outra vez continuei mesmo condenado não ia ter fim
De todas estas vezes somo as voltas que dei na porta do Inferno
As vezes que caminhei longe de lá que foram sempre vitoriadas nos meus sonhos
Mas o corpo ali parado a espera de ser condenado não me virava costas
Indicava-me com uma verdadeira educação o meu lugar da mentira de vida
Então ali me sentava na beira de uma cama invalida de vida coçada
Um corpo que so ele pediu para ter as chagas da existência dada por aquela cama
Onde os sinais de alguma coisa se forçavam pelos olhos todos eles palpebras
Uma pequena semente de espírito que se salvava por uma lágrima corajosa
Correndo esta no sentido oposto do choro do vazio que se fazia sentir numa sala ao lado
Vazio que criou o corpo que se amaldiçoou-o ter nascido num momento condenado
Por ser a cárcere de um espírito a quem esquartejaram esperança até outro momento
Sete hoje sou teu filho condenado Sete dia de hoje nas palavras iluminado
Sete vezes estas rezas de pecado Sete se repetem por muitos os dias de um condenado
Sete são as condenações que me recordo so neste momento
Momentos em como este em que me condenei
Uma e outra vez continuei mesmo condenado não ia ter fim
De todas estas vezes somo as voltas que dei na porta do Inferno
As vezes que caminhei longe de lá que foram sempre vitoriadas nos meus sonhos
Mas o corpo ali parado a espera de ser condenado não me virava costas
Indicava-me com uma verdadeira educação o meu lugar da mentira de vida
Então ali me sentava na beira de uma cama invalida de vida coçada
Um corpo que so ele pediu para ter as chagas da existência dada por aquela cama
Onde os sinais de alguma coisa se forçavam pelos olhos todos eles palpebras
Uma pequena semente de espírito que se salvava por uma lágrima corajosa
Correndo esta no sentido oposto do choro do vazio que se fazia sentir numa sala ao lado
Vazio que criou o corpo que se amaldiçoou-o ter nascido num momento condenado
Por ser a cárcere de um espírito a quem esquartejaram esperança até outro momento
Sete hoje sou teu filho condenado Sete dia de hoje nas palavras iluminado
Sete vezes estas rezas de pecado Sete se repetem por muitos os dias de um condenado
quarta-feira, setembro 01, 2010
Espelho meu, felicidade minha.
Deixo-me consumir pelos pecadilhos grão de areia do dia a dia.Com isso, esqueço-me de ser feliz por teima de um espirito de dinamica procrastinação.Ausente dos olhares da sua essencia, feita de tijolo de amor, que é a vontade de uma vida que toma um e outro rosto, quando estes não se inventam na textura de um quimerico espelho.
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