Olá,então,tudo bem?
Está aqui alguém?
Estarei eu aqui perdido
Ou fará isto algum sentido?
Não sei porque a demora!
Chego aqui sempre a mesma hora!
Dou por mim aqui e agora
O mais certo é andar a nora!
Muito me conta de sua justiça
Quantas mais palavras mais enguiça
Ao certo nem tão perto o sei
Chame-lhe normas, regras ou até mesmo lei
A verdade é que continuo aqui
Onde a soma dos catetos não é o valor de Pi
Olá,então,tudo bem? Enfim…
Aqui continuo eu como dantes…Assim.
Um pouco de um Eduardo.
sábado, abril 23, 2005
domingo, abril 03, 2005
Meu irmão
Da-me a tua mão irmão
Que saudades que tenho tuas
Abraça-me neste mundo de solidão
Cheio de gente que se perdem nas ruas
Da-me um pouco da tua paz
Um pouco de sol um pouco de lua
Deixa-me em cada dia ser capaz
De ser um homem com a verdade nua
Acredita em mim irmão
Nas palavras ditas pelo nosso pai
Sou louco mas também são
De tantas loucuras a sabedoria sai
Toma a minha mão em sinal de amizade
Reconforta o espírito e a vontade
De sermos unos nos campos dos demais
Plantar nesta terra sementes celestiais
Nunca me vais deixar irmão
Passa o tempo vem o esquecimento
Tudo o que tu és não o vai com o vento
És o meu irmão é esse o meu pensamento
Que saudades que tenho tuas
Abraça-me neste mundo de solidão
Cheio de gente que se perdem nas ruas
Da-me um pouco da tua paz
Um pouco de sol um pouco de lua
Deixa-me em cada dia ser capaz
De ser um homem com a verdade nua
Acredita em mim irmão
Nas palavras ditas pelo nosso pai
Sou louco mas também são
De tantas loucuras a sabedoria sai
Toma a minha mão em sinal de amizade
Reconforta o espírito e a vontade
De sermos unos nos campos dos demais
Plantar nesta terra sementes celestiais
Nunca me vais deixar irmão
Passa o tempo vem o esquecimento
Tudo o que tu és não o vai com o vento
És o meu irmão é esse o meu pensamento
terça-feira, março 29, 2005
Cinzas de mulher
Não me digas...
Que es mais uma cara bonita
Em que gastei tons de pastel
Feitos de frutuosa imaginação
Joguei-a á beira dos meus olhos
Onde a tua silhueta insinuante
Teima em tapar o sol crescente
E a ansiedade que pulsa no amor
Que em tal tingido desacerto
Sinto o forte bafejo da ilusão
Que se solta daquela caixinha
Com a qual tu assim te pintas
Disfarçando a lividez de espirito
Em retoques de tristeza e fragilidade
Assim la continuas tu
Com esse rosto contrafeito
Em que tantos como eu...
Apelidam de cara bonita
Que es mais uma cara bonita
Em que gastei tons de pastel
Feitos de frutuosa imaginação
Joguei-a á beira dos meus olhos
Onde a tua silhueta insinuante
Teima em tapar o sol crescente
E a ansiedade que pulsa no amor
Que em tal tingido desacerto
Sinto o forte bafejo da ilusão
Que se solta daquela caixinha
Com a qual tu assim te pintas
Disfarçando a lividez de espirito
Em retoques de tristeza e fragilidade
Assim la continuas tu
Com esse rosto contrafeito
Em que tantos como eu...
Apelidam de cara bonita
sábado, março 26, 2005
Pasta de dentes
Quantas pessoas, Quanta gente
Não viu o anuncio sorridente
Da boca para o mundo
Reluzindo pasta de dentes
Toda a brancura e frescura
Do limpa tudo que é eficiente
E nem sequer é detergente
Quanto mais pasta de dentes
Tira a gordura do fogão
Limpa a boca, limpa o chão
Deixe de boca aberta toda a gente
E nem sequer é pasta de dentes
Faz cozido, faz grelhado
Faz assim, faz assado
Deixe ao lume incandescente
E nem sequer é pasta de dentes
Seja boa, Seja má
O melhor é comprar já
Corram todos minha gente
Pode ser que seja pasta de dentes
Não viu o anuncio sorridente
Da boca para o mundo
Reluzindo pasta de dentes
Toda a brancura e frescura
Do limpa tudo que é eficiente
E nem sequer é detergente
Quanto mais pasta de dentes
Tira a gordura do fogão
Limpa a boca, limpa o chão
Deixe de boca aberta toda a gente
E nem sequer é pasta de dentes
Faz cozido, faz grelhado
Faz assim, faz assado
Deixe ao lume incandescente
E nem sequer é pasta de dentes
Seja boa, Seja má
O melhor é comprar já
Corram todos minha gente
Pode ser que seja pasta de dentes
segunda-feira, março 21, 2005
In a lifetime
As the sun breaks
Above the ground
My life seems to appear
It looks hallow to be found
But I know that im really here
And I walk to the sun
Like a last man wish
Under the barrel of a gun
Go, Find your way
Pull back your fear with rage
Cos i´ll have to find my way
See no time spelling my age
I´ll reach to that sun
Where my life has began
Above the ground
My life seems to appear
It looks hallow to be found
But I know that im really here
And I walk to the sun
Like a last man wish
Under the barrel of a gun
Go, Find your way
Pull back your fear with rage
Cos i´ll have to find my way
See no time spelling my age
I´ll reach to that sun
Where my life has began
quarta-feira, março 16, 2005
From the eyes of love
From whole my life
I had a dream
See you in heaven
Being an angel to me
Touching the sky
Where all are free
Forging old memories
Always coming to me
Praying for love
The one that should be
This called my saviour
That I call and breed
I had a dream
See you in heaven
Being an angel to me
Touching the sky
Where all are free
Forging old memories
Always coming to me
Praying for love
The one that should be
This called my saviour
That I call and breed
segunda-feira, março 14, 2005
Cruzes canhoto, que o vento vai torto!
Cruzes canhoto, que o vento vai torto!
Nem chuva ou geada
Cala aquele velho naquela encruzilhada
Só lamúrias do frio de Dezembro
Agasalha as palavras e puxa mais vento
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Lá continua ele de pálpebras pesadas
Enregelando os ouvidos
Estalando os sentidos
De quem calcorreia a calçada
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Apregoa as tremuras
De uma manhã desaguisada
Que lhe come as palavras
Numa neblina cerrada
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Praguejar com o tempo
Com as intempéries da vida
Velho chato cheio de genica
Ele não se cala, mais grita!
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Raio do velho ali presente
Suspeito de aspecto confiante
Tenho quase a certeza
Que ele me viu resmungar aqui antes
Cruzes canhoto, que o vento vai torto!
Nem chuva ou geada
Cala aquele velho naquela encruzilhada
Só lamúrias do frio de Dezembro
Agasalha as palavras e puxa mais vento
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Lá continua ele de pálpebras pesadas
Enregelando os ouvidos
Estalando os sentidos
De quem calcorreia a calçada
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Apregoa as tremuras
De uma manhã desaguisada
Que lhe come as palavras
Numa neblina cerrada
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Praguejar com o tempo
Com as intempéries da vida
Velho chato cheio de genica
Ele não se cala, mais grita!
Cruzes canhoto que o vento vai torto!
Raio do velho ali presente
Suspeito de aspecto confiante
Tenho quase a certeza
Que ele me viu resmungar aqui antes
Cruzes canhoto, que o vento vai torto!
sexta-feira, março 04, 2005
Estado de Formiga
Naquela secretaria de forma fechada
Sentada de forma ordeira e coordenada
Lá vão formulários em excedente
Para se amontoarem na cesta da papelada
O seu numero se faz favor
E por causa do frio ou do calor?
Preencha onde diz requerente
Passe ao lado que há mais gente
Uma duvida pode ajudar?
Sente-se e aguarde no seu lugar
O sr doutor mandou esperar
Aqueço o banco a desesperar
E assim levo com as formigas
Com as suas palavras e mais cantigas
Nas secretarias de forma fechada
Ali vendem e não recebo nada
Sentada de forma ordeira e coordenada
Lá vão formulários em excedente
Para se amontoarem na cesta da papelada
O seu numero se faz favor
E por causa do frio ou do calor?
Preencha onde diz requerente
Passe ao lado que há mais gente
Uma duvida pode ajudar?
Sente-se e aguarde no seu lugar
O sr doutor mandou esperar
Aqueço o banco a desesperar
E assim levo com as formigas
Com as suas palavras e mais cantigas
Nas secretarias de forma fechada
Ali vendem e não recebo nada
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
Espero por ti amanhã
A que horas voltas?
Perde-se o tempo que por si teima em escassear
Enquanto alguém se senta no fio da navalha
Levando com os rombos clandestinos da natureza
Não pode vacilar nem abrandar ao ritmo das coisas
Ou tremer com o caminhar dos ponteiros do relógio
Apenas ali anichado, ao fio da navalha adornado
Nem se queixa de tão esperançado com o que pensa
No tempo que passou, no tempo que há-de vir
Sabe-o bem que não há caule sem raiz
Raiz que foi semente do primeiro segundo
Passaram com ele os minutos em marcha lenta
Chegam pela noção do tempo as horas
E lá continuo eu…Sem saber quando voltas
Os dias também se vão…lá os vejo eu num gume afiado
Não sei contar os quantos que ainda hão-de vir
Só e somente conto a ti…Que espero por ti amanhã.
Perde-se o tempo que por si teima em escassear
Enquanto alguém se senta no fio da navalha
Levando com os rombos clandestinos da natureza
Não pode vacilar nem abrandar ao ritmo das coisas
Ou tremer com o caminhar dos ponteiros do relógio
Apenas ali anichado, ao fio da navalha adornado
Nem se queixa de tão esperançado com o que pensa
No tempo que passou, no tempo que há-de vir
Sabe-o bem que não há caule sem raiz
Raiz que foi semente do primeiro segundo
Passaram com ele os minutos em marcha lenta
Chegam pela noção do tempo as horas
E lá continuo eu…Sem saber quando voltas
Os dias também se vão…lá os vejo eu num gume afiado
Não sei contar os quantos que ainda hão-de vir
Só e somente conto a ti…Que espero por ti amanhã.
sábado, fevereiro 12, 2005
Trocado em miudos
Diz-me rapaz que fazes aqui?
Raio do gaiato, chato do petiz!
Escreve umas palavras em errata
Depois fala mais do que o que diz
Traços e rabiscos em forma de palavra
Laivos de escrita sem qualquer raiz
Gastas a tinta e suas a mão pesada
Raio do gaiato, chato do petiz
Continuas com o papel a frente do nariz
Caneta desesperada, catraio feliz
Palavra amiga...Foi por um triz
Raio do gaiato, chato do petiz
Raio do gaiato, chato do petiz!
Escreve umas palavras em errata
Depois fala mais do que o que diz
Traços e rabiscos em forma de palavra
Laivos de escrita sem qualquer raiz
Gastas a tinta e suas a mão pesada
Raio do gaiato, chato do petiz
Continuas com o papel a frente do nariz
Caneta desesperada, catraio feliz
Palavra amiga...Foi por um triz
Raio do gaiato, chato do petiz
terça-feira, fevereiro 08, 2005
Abre-me a porta
Sou eu.....
Abre-me a porta
Não tenho frio, sou apenas eu
Aqui me tens num vão de escadas
De gabardine cerrada e maos entrelaçadas
Segue-me o olhar que se enleia na fechadura
Ouço esperança e tudo o que de mais dura
Um trinco cismado dá a volta ao silêncio
Diz-me...sou apenas eu, foi para que lado?
Barulho sentido ou então abafado...
As tuas paredes arrecadam a minha sombra
Inquieta em contornos de luz desfasada
Numa respiração que já foi ao tapete
Vejo eu uma porta fechada
Já me esqueci do toque da campainha
Como posso eu tocar de mãos entrelaçadas
Não se tocam por clemência
Mas por se sentirem unidas e amadas
Toca-me a mim o dia de amanhã
Sem paredes ou fechaduras
Ou outras palavras duras
Pareceu-me ouvir...
Es tu...podes entrar.
Segue por onde versa com o verbo amar
Abre-me a porta
Não tenho frio, sou apenas eu
Aqui me tens num vão de escadas
De gabardine cerrada e maos entrelaçadas
Segue-me o olhar que se enleia na fechadura
Ouço esperança e tudo o que de mais dura
Um trinco cismado dá a volta ao silêncio
Diz-me...sou apenas eu, foi para que lado?
Barulho sentido ou então abafado...
As tuas paredes arrecadam a minha sombra
Inquieta em contornos de luz desfasada
Numa respiração que já foi ao tapete
Vejo eu uma porta fechada
Já me esqueci do toque da campainha
Como posso eu tocar de mãos entrelaçadas
Não se tocam por clemência
Mas por se sentirem unidas e amadas
Toca-me a mim o dia de amanhã
Sem paredes ou fechaduras
Ou outras palavras duras
Pareceu-me ouvir...
Es tu...podes entrar.
Segue por onde versa com o verbo amar
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